Saiba o que fazer quando a piscina é contaminada por fezes

Ninguém deseja uma situação destas, mas às vezes acontece a contaminação da piscina por fezes ou vômito. Imediatamente, todos os usuários precisam sair da água para que seja iniciada sua limpeza e desinfecção com cloro. Este é, comprovadamente, o produto químico mais eficiente que existe para matar os germes causadores de doenças em piscinas.

Para prevenir a contaminação da água da piscina, deve-se orientar os banhistas para que não entrem na água quando estiverem com diarreia. São práticas da boa higiene a ida ao banheiro antes de entrar na água, devendo o banhista tomar uma chuveirada antes de mergulhar na piscina. Outra dica importante: ao cuidar dos bebês, as fraldas devem ser trocadas no banheiro e não na beira da piscina.

Em caso de contaminação por fezes sólidas, será preciso removê-las rapidamente com uma peneira ou concha (não se deve aspirar), limpar e desinfetar a peneira e aumentar a concentração de cloro na piscina para 4 ppm, além de acertar o pH. O mesmo deverá ser feito em caso de contaminação por vômito. A piscina será liberada para uso em aproximadamente 30 minutos. O tempo deve ser calculado de acordo com indicação que consta no rótulo das embalagens dos produtos a serem usados, levando-se em conta o processo de supercloração.

O tratamento é mais demorado em caso de contaminação por fezes líquidas.    Caso seja possível, o tratador deve remover as fezes com uma peneira ou concha (não se deve aspirar), sem se esquecer, depois, de limpar e desinfetar a peneira usada. Em seguida, será preciso iniciar o processo de supercloração, aumentando a concentração de cloro na piscina para aproximadamente 20 ppm, além de acertar o pH. Os passos seguintes são a realização da filtração e a retrolavagem do filtro.

Nesta situação, a piscina será liberada para uso em aproximadamente 12 horas. O tempo deve ser calculado de acordo com indicação que consta no rótulo das embalagens dos produtos a serem usados, levando-se em conta o processo de supercloração.

É importante observar que sangue na água da piscina não é motivo para sua interdição, pois os germes são rapidamente mortos pelo cloro. Não há registro, portanto, de transmissão de vírus como o da Hepatite B ou do HIV através de sangue na piscina.

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